Descrição
Em função do potencial vinculante dos serviços do SUAS, muitas pessoas se sentem à vontade para relatar situações de violências e violações de direitos. No entanto, esse mesmo potencial vinculante torna possível que os usuários relatem sentimentos de desesperança, ideias de morte, ideação ou planos de suicídio. Diante disso, as equipes do SUAS precisam saber como acolher essas situações, sem os tabus que cercam os temas, como atuar com sensibilidade e para onde encaminhar. Nesse contexto, os profissionais do SUAS também podem ser um fator de proteção e contribuir para mudar o curso de uma história.
- Profissionais do CRAS, CREAS e de Serviços de acolhimento institucional ou familiar
- Profissionais que atuam em Organizações da Sociedade Civil (OSC) na proteção social básica, média ou de alta complexidade
- Gestores de assistência social
- Descrever procedimentos básicos de escuta e encaminhamento diante de relatos de intencionalidade suicida recebidos durante atendimentos em serviços do SUAS.
- Contribuir para difundir uma visão crítica sobre a campanha setembro amarelo: limites, cuidados a serem tomados e o papel da vigilância
- Contribuir para ampliar a forma como a intencionalidade suicida é socialmente compreendida – para além de um fenômeno individual, ultrapassando a esfera da saúde mental e incluindo aspectos sociais mais amplos
- Contribuir para a segurança dos profissionais do SUAS em relação a como proceder diante de relatos de intencionalidade suicida
Encontro único: 03.10.2026, das 9h às 12h
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- Um olhar crítico sobre o setembro amarelo
- Um olhar multifatorial sobre a intencionalidade suicida
- Um olhar prático para além da campanha: procedimentos básicos de escuta e encaminhamento
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- Minicurso com aula online síncrona (ao vivo) por meio do Google Meet com possibilidade de interação
Modalidade conforme a classificação da PNEP/SUAS (Brasil, 2013): Capacitação Introdutória
Carga horária das aulas síncronas: 03 horas aula
Carga horária total da certificação: 03 horas aula

